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É engraçado e ridículo quando a gente começa a gostar de alguém e acha que tudo o que o outro faz é um sinal ou uma pista.
Ultimamente não estou esperando coisas boas, e nem ruins, de nada e nem de ninguém. Por mim, tanto faz, cansei de criar falsas expectativas.
Um sorriso, um abraço apertado, uma música, estar com quem eu gosto, rir até a barriga doer… São coisas simples, mas me faz muito feliz.
Depois que a gente abandonar, desistir de correr atrás, de querer o bem, parar de ligar, de se preocupar. As pessoas vão começar dar valor.
Chega um dia em nossa vida em que a gente simplesmente muda os gostos, os planos. Nossos sentimentos acabam e o coração faz novas escolhas.
Ser sincero não é ser grosso, ser verdadeiro não é magoar. Gostar, não é já estar amando. O problema é que as pessoas confundem as coisas.
Às vezes eu queria salvar alguns momentos em favoritos, e abrir quando tiver vontade, quando quisesse. Só para viver tudo aquilo novamente.
Me apego, dou valor, corro atrás, vivo cuidando e sempre que preciso eu protejo. Mas, quando me decepciona e eu desapego, ai é para sempre.
Quero férias, dias sossegados, amigos, bebidas, mar, sol e paz. Só.
Abraça o que é teu. Abraça o que te faz bem. Abraça o que te faz feliz.
Odeio quando as coisas termina antes de começar. Odeio coisas pela metade. Ou quer, ou não quer. Vem que te cuido. Toma jeito ou sai pra lá.
Pare de correr atrás, pare de se importar. Seja indisponível, desapegue. Pessoas gostam, do que não têm. Certo?
Gosto de coisas inesperadas, aquilo que acontece sem planejarmos nada.
Desinteressante, vírgula. Ousado, aspas. Tímido, entre-parênteses. Mentiroso, dois pontos. Prazer, o malandro adorável. E aí, vai querer?